quinta-feira, 16 de junho de 2016


Qual a importância das cores para a vida das Representações Cartográficas, temáticas? Os alunos respondem: @#$$&
Trabalho dos alunos do 3°C - E. E. Caramuru - As Possíveis regionalizações do mundo - PIB, RNB, DOENÇAS NO MUNDO

Importância da Cartografia Temática
A cartografia temática propõe a extração de elementos dos mapas e cartas topográficas,para sua representação em diversos aspectos (quantitativos e qualitativos), sobre a mesma referência (vegetação, geologia, solos), (IBGE. 1999, apud CASTRO. 2004). "Tais mapas constituem-se não apenas em meios de registro da informação, mas também como instrumentos de pesquisa e em formas de divulgação dos resultados obtidos"(FRANCISCO, 2003).
De acordo com Barbosa (1967) apud IBGE, 1999, a cartografia temática divide-se em três tipos, sendo:
Notação, representa fenômenos na sua distribuição espacial com utilização de cores ou diferentes tonalidades, complementados com sinais gráficos característicos para facilitar a leitura e percepção. Exemplos desses são os mapas geológicos, pedológicos, etnográficos, etc;
Estatística, se caracterizam os mapas de densidade, distribuição por pontos, fluxos, pluviométricos e mapas de isolinhas;
Síntese, tem finalidade explicativa mediante às relações externas. Expressam "o conjunto dos elementos de diferentes fatos ou fenômenos". A esse tipo se relacionam os mapas econômicos complexos, áreas homogêneas, geomorfológicos, históricos, etc. (IBGE. 1999, apud CASTRO. 2004).

Para o correto planejamento do mapa temático é preciso o uso de elementos de identificação externa (título, subtítulo, escala, orientação, encarte, legenda, fonte, autor, órgão/instituição, data), para direcionar a crítica do leitor no momento de sua análise. Assim, o título e subtítulo, por exemplo, devem expor informações mínimas que respondam: "O que?", "Onde?" e "Quando?" (MARTINELLI, 2003).
Os princípios básicos da cartografia, quando relacionados à representação do tema, podem, facilmente, inferir de modo intuitivo à diversidade entre lugares, e seu aspecto qualitativo (≠), respondendo "o quê?" se deseja analisar. Referente à representação temática de lugares e a sua proporcionalidade, aspectos de ordem (O) e quantidade (Q), dão as respostas de: "em que ordem?" e "quanto?" (MARTINELLI, 2003).
Com o avanço tecnológico e meios de comunicação, em especial, com o uso da informática, a cartografia se fortalece. Ao desenvolver softwares específicos da cartografia, o homem é capaz de obter respostas precisas a cerca da localização "onde?", e vai mais além, consegue resolver e apontar soluções referentes ao "Por que?", "Quando?", "Por quem?", "Para que finalidade?" e "Para quem?" (MARTINELLI, 2003).
Ainda, de acordo com Martinelli (2003), inúmeras são as formas para representação através da cartografia temática, do mesmo modo, são grandes as possibilidades de aplicabilidade pelo homem.
Para interpretar o real por meio de ações, é preciso a leitura e entendimento do mundo real. "A observação, percepção, análise conceitual e a síntese através das representações cartográficas possibilitam pensar significativamente o conhecimento do espaço geográfico. É possível perceber que o estudo da linguagem cartográfica vem, cada vez mais, reafirmando sua importância desde o início da escolaridade" (FRANCISCHETT, 1997).
Os mapas, junto a qualquer cultura, sempre foram, são e serão formas de saber socialmente construído; portanto, uma forma manipulada do saber. São imagens carregadas de julgamentos de valor. Não há nada de inerte e passivo em seus registros (Harley, 1988).
Segundo Harley, 1988, apud Gould e Bailly, 1995, "Como linguagem, os mapas conjugam-se com a prática histórica, podendo revelar diferentes visões de mundo. Carregam, outrossim, um simbolismo que pode estar associado ao conteúdo neles representado. Constituem um saber que é produto social, ficando atrelados ao processo de poder, vinculados ao exercício da propaganda, da vigilância, detendo influência política sobre a sociedade".
A Representação Gráfica é importante para a comunicação visual através da linguagem monossêmica, que por sua vez, objetiva evidenciar as relações fundamentais entre objetos e dados apresentados, CARACRISTI (2002).
De acordo com ARNHEIM (1997), "Comunicação Visual é todo meio de comunicação expresso com a utilização de componentes visuais, como: signos, imagens, desenhos, gráficos, ou seja, tudo que pode ser visto".
Na abordagem de Caracristi (2002), "Mapas e gráficos são representações de uma determinada realidade estudada. Toda representação gráfica implica uma forma de ver e conceber a realidade, a qual é tratada cientificamente através da opção pessoal de determinados pressupostos teóricos e metodológicos".
Salichtchev (1977) define cartografia como "ciência que trata e investiga a distribuição espacial dos fenômenos naturais e culturais, suas relações e suas mudanças através do tempo, por meio da representação cartográfica".

Fonte: http://geocart-ifg.blogspot.com.br/p/importancia-da-cartografia-tematica.html

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Cartográfia Tátil - Uma experiência com alunos dos 6° anos do fund. II - E. E. Caramuru


A atividade proposta estava prevista para duas aulas de 50 minutos, e a continuidade da construção das representações cartográficas seria feita com os pais em casa a partir da orientação prévia do professor e de como deveria ser construído a pequena cidade e os pontos aonde os objetos que a compunham deveriam ser colocados na representação cartográfica.
Os resultados e as percepções sobre a construção do trajeto que seria seguido até a conclusão da atividade apresentada com as percepções dos alunos que participaram da atividade será disponibilizada no final da página.

Segue abaixo um pequeno histórico do que é a cartográfia tátil 

A Cartografia Tátil é um ramo específico da Cartografia que se ocupa da confecção de mapas e outros produtos cartográficos que possam ser lidos por pessoas cegas e com baixa visão. Os mapas e gráficos táteis tanto podem funcionar como recursos educativos, como facilitadores de mobilidade em edifícios públicos de grande circulação como nos terminais rodoviários, metroviários, aeroviários, nos shopping centers, nos campi universitários, e também em centros urbanos.

Desta forma, os produtos da cartografia tátil podem ser enquadrados como recursos da Tecnologia Assistiva por auxiliarem a promover a independência de mobilidade e ampliar a capacidade intelectual de pessoas cegas ou com baixa visão.

Material disponibilizado pela professora: Uma base de mapa mudo em uma folha de sulfite.



Trabalho em andamento.


Fonte: http://www.labtate.ufsc.br/cartografia_tatil.html

Trabalho de Geografia - 4 ° TE - Emef Pres. Kennedy


Os circuitos de produção e o espaço agropecuário Brasileiro

                              Trabalho de Geografia  - 4° TE - Escola Emef Pres. Kennedy

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Publicado em 20 de janeiro de 2014
Produção: 
Filmagem: Adriana S. Nogueira 
Edição: Laís Pimentel 
Apoio Filmagem: Regiane Sakihara 

Escola Emef Antonio Carlos Rocha - Céu Tiquatira. 

  O Vídeo foi produzido com a proposta de questionar as autoridades dos estados sobre os diversos assassinatos ocorridos nos últimos meses entre jovens da população negra em nosso país. Os Jovens negros das periferias do Brasil sofrem de violências gratuitas a todo o momento pelas ruas da cidade. Dentro das amostras dos últimos meses nos centros estatísticos tem demostrado que 70% dos Jovens assassinados hoje, tem entre 16 e 24 anos e em sua maioria são negros ou afrodescendentes e moradores de periferia. 
Http: //negrobelchior.cartacapital.com ...

sábado, 6 de setembro de 2014

Trabalhando, pensando e refletindo sobre o ciclo das rochas


Ciclo das Rochas

O ciclo das rochas é o processo de transformação dos três tipos de rochas

Sabemos que existem três tipos de rochasígneas,metamórficas e sedimentares. Sendo assim, elas estão constantemente alterando suas características, mudando de um tipo para outro, em um processo cíclico denominado de ciclo das rochas (veja o esquema abaixo).

Esquema explicativo do ciclo das rochas
1º transformação das Rochas Ígneas em sedimentares
Por se tratar de um ciclo fechado, não é possível dizer onde está o seu início e onde está o seu fim. Entretanto, para entendermos bem o processo, vamos considerar o começo do ciclo na transformação das Rochas Ígneas.
Com os movimentos da terra, muitas rochas ígneas que se formam há muitos quilômetros abaixo da superfície acabam emergindo, ao longo de milhões de anos. Essas rochas acabam sofrendo a ação dos agentes externos, como a água, os ventos, a exposição ao sol e às chuvas, entre outros.  Com isso, a rocha vai mudando as suas características.
Esse processo de transformação do solo por agentes externos é denominado intemperismo e o seu resultado são as rochas sedimentares. Elas se formam quando os sedimentos gerados pelo intemperismo são depositados em fundos de rios, lagos e se aglutinam.
2º transformação das rochas sedimentares em metamórficas
Com o tempo, as camadas da terra vão se sobrepondo e essas rochas sedimentares vão se acumulando em profundidades cada vez maiores. Com isso, passam a sofrer com a pressão da terra e de seu extremo calor interno, tornando-se mais duras e passando a serem chamadas de rochas metamórficas. O processo de aquecimento e endurecimento das rochas é chamado de metamorfismo.
3º transformação das rochas metamórficas em ígneas
Como continuação desse processo, as rochas metamórficas podem sofrer ainda mais com o calor e pressão da terra, de tal forma que elas podem começar a derreter, formando as lavas. Com o endurecimento dessas lavas, temos novamente a formação das rochas ígneas. O processo de derretimento das rochas é chamado de fusão.
4º transformações diretas
É possível, também, que uma rocha ígnea volte a sofrer com o metamorfismo e se torne novamente metamórfica. Assim como também é possível que as rochas metamórficas, ao invés de se aquecerem ainda mais, apareçam na superfície, sofrendo as ações do intemperismo e se transformando em rochas sedimentares.
Só não é possível que as rochas sedimentares se transformem diretamente em ígneas, pois mesmo que elas esquentem muito, primeiramente elas se tornam metamórficas para depois se transformarem em ígneas.

Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia


Trazer rochas para sala foi uma maneira que encontrei de aproximar os alunos do 6° ano da Escola Caramuru, com a realidade cotidiana de cada um deles. Tentar demonstrar que a maioria dos produtos que eles adquirem para uso pessoal são derivados de rochas e que estas são retiradas do meio ambiente e depois modificadas no setor industrial, foi uma outra maneira. 
Depois de processadas e transformadas, viram produtos,  que estão disponiveis e podem ser encontrado nas lojas e supermercados.






Foi a primeira tentativa em sala de aula de criar maquetes após 6 anos lecionando como professora de geografia. 
Ai esta o resultado de todos que se empenharam e trabalharam juntos na construção do trabalho que seria apresentado na semana de sustentabilidade.
O isopor utilizado foi reciclado de um outro trabalho feito em outra escola da Leste5 - E. E. Ana Teixeira Prado, fornecido pela professora, que ministra aulas na disciplina de Lingua Portuguesa.



http://www.patriciagoncalves.com/wp-content/uploads/2013/01/ciclo-das-rochas-sedimentares.jpg